Aguabranquense é destaque em Revista Científica

O livro TRANSTORNOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM – entendendo melhor os alunos com necessidades educacionais, organizado pelas psicopedagogas Simaia Sampaio e Ivana Braga – Editora Wak – 284 págs. do qual faz parte o artigo DISTÚRBIOS E DIFICULDADES DE APRENDIZAGEM: uma perspectiva de interface entre saúde e educação, de autoria da Psicopedagoga Francisca Maria Andrade foi destaque na Revista Psique, edição 75, março/2012. A referida obra foi lançada em novembro na Bienal de Salvador e recomendada pela revista como “um manual prático para o aperfeiçoamento do professor”. Pois, aborda os transtornos mais frequentes que afetam as crianças em idade escolar e traz sugestões de intervenção tanto para a sala de aula quanto para a clínica.

De acordo com a autora do artigo, esse trabalho só foi possível graças ao apoio recebido pela gestão municipal, na pessoa do Prefeito João Luiz Lopes de Sousa e, do trabalho que desenvolve junto à Secretaria Municipal de Educação e Cultura – SEMEC. Pois, foi por reconhecer a importância da inclusão no ambiente escolar que a Prefeitura Municipal de Água Branca por meio da Secretaria Municipal de Educação e Cultura – SEMEC implantou desde maio de 2008, o PROGRAMA TDAH NA ESCOLA – Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade, (por ela idealizado e coordenado), na Rede Municipal de Ensino. O referido Programa tem como meta principal proporcionar atendimentomultiprofissional (neurológico, psicológico, fonoaudiológico e psicopedagógico) aos portadores, além de oferecer orientação aos pais e professores, prevenindo assim os fracassos na aprendizagem e contribuindo para a melhoria da qualidade de vida e do desempenho pessoal e social da criança.

Segundo a Secretária Municipal de Educação Profª Cleidimar Tavares, a atuação do PROGRAMA TDAH NA ESCOLA vem causando impacto positivo.  Pois, através da identificação das necessidades e habilidades do aluno no ambiente escolar, torna-se possível planejar serviços e recursos de acessibilidade ao conhecimento, tornando “real” a sua inclusão no ambiente escolar e contribuindo de forma significativa para um repensar do fazer pedagógico diante de alguns desafios, como é o caso da “Educação Inclusiva”.

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