{"id":95651,"date":"2026-07-04T15:04:00","date_gmt":"2026-07-04T18:04:00","guid":{"rendered":"https:\/\/mpiaui.com.br\/datafolha-direita-ultrapassa-esquerda-entre-eleitores-pela-1a-vez-desde-2014\/"},"modified":"2026-07-04T15:04:00","modified_gmt":"2026-07-04T18:04:00","slug":"datafolha-direita-ultrapassa-esquerda-entre-eleitores-pela-1a-vez-desde-2014","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/mpiaui.com.br\/antigo\/?p=95651","title":{"rendered":"Datafolha: direita ultrapassa esquerda entre eleitores pela 1\u00aa vez desde 2014"},"content":{"rendered":"<div>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">A identifica\u00e7\u00e3o dos brasileiros com a\u00a0direita superou a da esquerda\u00a0pela primeira vez desde 2014, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3). O levantamento, feito sob a gest\u00e3o Lula, aponta\u00a044% dos brasileiros classificados \u00e0 direita ou centro-direita, ante 39% \u00e0 esquerda ou centro-esquerda \u2013 diferen\u00e7a de cinco pontos porcentuais, fora da margem de erro de dois pontos.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">A classifica\u00e7\u00e3o resulta de question\u00e1rio com quest\u00f5es sobre valores sociais, culturais e econ\u00f4micos \u2013 dez de comportamento, envolvendo temas como\u00a0armas, pobreza, criminalidade, homossexualidade e religi\u00e3o,\u00a0e seis de economia, sobre impostos, leis trabalhistas e atua\u00e7\u00e3o do Estado.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">Em 2014, quando sob a Presid\u00eancia de Dilma Rousseff (PT), a direita reunia 45% de identifica\u00e7\u00e3o, contra 35% da esquerda \u2013 uma diferen\u00e7a ainda maior do que a registrada agora. De l\u00e1 para c\u00e1, houve um empate t\u00e9cnico, em 2017, com 40% \u00e0 direita e 41% \u00e0 esquerda.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">J\u00e1 em 2022, durante o governo de Jair Bolsonaro, a esquerda somava 49%, e a direita, 34%.<\/span><\/p>\n<p>Naquele ano, direita e esquerda estavam tecnicamente empatadas no eixo comportamental, com 39% e 42%, respectivamente. A mudan\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 2022 se concentra justamente nesse eixo: agora a direita soma 52%, ante 29% da esquerda e 20% do centro.<\/p>\n<h3 class=\"base-text-md base-font-semibold base-font-primary base-text-neutral-low-500 jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-neutral-high-400\">Parcela que aponta pregui\u00e7a como causa da pobreza quase dobrou<\/h3>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">A maior altera\u00e7\u00e3o entre as perguntas comportamentais ocorreu na vis\u00e3o sobre pobreza. Em 2022, 76% atribu\u00edam a pobreza \u00e0 falta de oportunidades iguais, ante 22% que a associavam \u00e0 pregui\u00e7a de quem n\u00e3o quer trabalhar. Hoje, a parcela que aponta a pregui\u00e7a como causa quase dobrou, para 40%, enquanto a que credita a pobreza \u00e0 falta de oportunidades caiu para 58%.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">Houve tamb\u00e9m\u00a0deslocamentos em temas de seguran\u00e7a e costumes. Em 2022, 63% defendiam a proibi\u00e7\u00e3o da posse de armas e 35% apoiavam o direito de possuir arma legalizada. Hoje, esses porcentuais s\u00e3o de 55% e 41%, respectivamente.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">Na divis\u00e3o em cinco grupos, 15% dos entrevistados foram classificados \u00e0 direita, 29% na centro-direita, 17% no centro, 26% na centro-esquerda e 13% \u00e0 esquerda. Em 2022, os porcentuais eram, na mesma ordem, 9%, 24%, 17%, 32% e 17%. Ou seja, houve crescimento tanto na direita (de 9% para 15%) quanto na centro-direita (de 24% para 29%), enquanto a centro-esquerda recuou de 32% para 26% e a esquerda, de 17% para 13%. O centro permaneceu est\u00e1vel, em 17%.<\/span><\/p>\n<p class=\"jarvics:base-text-neutral-high-400 xovem:base-text-dark-high-400 base-text-[calc(theme(fontSize.xs)_*_var(--font-size,_1))] base-font-normal base-font-primary base-text-neutral-low-500 base-text-left\"><span class=\"b-article-body__text\">A pesquisa foi realizada de forma presencial nos dias 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores de 16 anos ou mais em 139 munic\u00edpios. A margem de erro m\u00e1xima para o total da amostra \u00e9 de dois pontos porcentuais, para mais ou para menos, com n\u00edvel de confian\u00e7a de 95% \u2013 as margens s\u00e3o maiores nos recortes da popula\u00e7\u00e3o. O levantamento est\u00e1 registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o n\u00fameroBR-09956\/2026.<\/span><\/p>\n<p>Fonte Portal R7<\/p>\n<\/p><\/div>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A identifica\u00e7\u00e3o dos brasileiros com a\u00a0direita superou a da esquerda\u00a0pela primeira vez desde 2014, segundo pesquisa Datafolha divulgada nesta sexta-feira (3). 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