Greve dos bancários chega em Água Branca Piauí

O presidente do Sindicato dos Bancários do Piauí, José Ulisses de Oliveira, avaliou positivamente as primeiras horas da greve no Piauí, mais especificamente nas agências de Teresina. Segundo ele, não é possível ter uma dimensão da quantidade de unidades que aderiram à paralisação porque ainda é cedo. “Somente no final da tarde vamos poder contabilizar a quantidade de agências paradas na capital e interior”, enfatiza.

José Ulisses disse que, tendo por base a quantidade de bancários que aderiu à paralisação neste primeiro dia, “dá para avaliar sim que está mais forte que a greve do ano passado, até mesmo porque estamos percebendo uma maior quantidade de agências fechadas”, informa o sindicalista.

Em Teresina, as principais agências localizadas no centro da cidade estão paradas e os bancários de braços cruzados. Dentre elas, as unidades do Banco do Brasil Álvaro Mendes e Rio Branco; BNB Centro e Metro (zona Leste); Caixa Conselheiro Saraiva e Areolino de Abreu; Santander Sudameris Centro, João XXIII e Jóquei, e Bradesco Centro e Barão (zona Sul).

A paralisação está tranquila e apesar da divulgação na mídia sobre o início da greve, muitos usuários foram até as agências em busca de serviço bancários e foram pegos de surpresa.

Em frente aos bancos, os dirigentes sindicais estão orientando a população sobre a greve, bem como a alternativa de pagamento de contas nos postos de atendimento.

“A tendência é que a greve possa crescer e se tornar mais forte ainda com a adesão de novas agências a partir do segundo dia de paralisação”, conclui o diretor Carlos Arias (Camarão), durante concentração em frente ao Banco do Brasil da Rua Álvaro Mendes.

Ao final da tarde os bancários voltam a se reunir em assembleia, a partir das 17h, na sede do sindicato, para avaliar a adesão na capital e interior do Piauí, bem como a paralisação nacionalmente.

Fonte: Gilson Rocha

Imagem da Agência do Banco do Brasil em Água Branca