Pregando a unidade do partido e acompanhado dos ex-ministros Moreira Franco e Eliseu Padilha, Temer vem percorrendo todos os Estados, através da uma Caravana da Unidade, organizada para divulgar sua campanha. Ele ja visitou 13 capitais e até sábado deverá completar 20 Estados.
“Estou visitando o Piauí, aqui em Teresina, num encontro com o PMDB do Estado e acompanhado das lideranças do partido. Nós estamos numa Caravana da Unidade e já visitamos 13 estados e, entre hoje e sábado, completaremos já 19, 20 estados brasileiros, pregando a unidade do partido, unidade que já está consolidada para a convenção do dia 12 de março", afirmou.
Aos correligionários reafirmou que o partido terá candidato próprio nas eleições presidenciais de 2018 e a Caravana da Unidade é uma preparação também para enfrentar as eleições de outubro. " Nosso lema é 'Unidos pelo Brasil e nesta caminhada nós queremos incentivar as candidaturas para prefeitos, vice-prefeitos e vereadores do PMDB”, afirmou.
No encontro que contou com a presença de peemedebistas de todo o Estado, Temer ressaltou o que segundo ele são os feitos do PMDB, e disse que "em 2018 nós queremos governo".
Através da Caravana da Unidade, Temer divulga propostas com as quais o partido pretende colaborar para tirar o país da crise. Através da Fundação Ulisses Guimarães, o partido elaboarou um documento chamado "Ponte para o Futuro"
“Aproveitamos também para divulgar um documento da Fundação Ulisses Guimarães chamado “Ponte para o Futuro”, onde nós estamos dando uma coloração programática ao PMDB, apresentando pontos essenciais para tirar o país da crise. O momento é de uma crise tão grave que somente com a união de todos conseguiremos vencê-la”, destacou.
Ainda nesta quinta, ele segue para Maceió (AL) e até sábado quer completar o périplo por 20 capitais divulgando o documento e a campanha.
Ao reafirmar a posição de lançar um candidato próprio do PMDB às eleições presidenciais, Temer ouviu dos correligionários a sugestão de seu nome como virtual candidato. No entanto, citou outros nomes do partido como potenciais elegíveis.
Após o encontro, o peemedebista falou rapidamente com a imprensa e evitou comentar a notícia divulgada nesta quinta-feira de que o senador Delcídio do Amaral teria assinado proposta de delação de uma suposta interferência da presidente Dilma Rousseff e do ex-presidente Lula nas investigações da Operação Lava Jato.
" Não vi a matéria. Seguramente haverá explicações a respeito disso, o que tem que haver é explicações, nada mais do que isso", disse.
Temer também foi lacônico comentando o pedido de cassação dele e da presidente Dilma Rousseff junto ao TSE: “Eu respeito as decisões do Judiciário, vamos esperar", falou.
Imanges: Misael Lima / MPiauí.com
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