Flávio Bolsonaro celebra captura de Nicolás Maduro: “Não é invasão, é libertação”

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) se manifestou sobre a captura do ditador venezuelano Nicolás Maduro por forças dos Estados Unidos, afirmando que o momento representa uma “libertação” para a Venezuela. Em publicação nas redes sociais, o parlamentar do Partido Liberal declarou apoio à ação e destacou que o povo venezuelano sofre há anos com autoritarismo, crise econômica e violações de direitos humanos, reforçando a frase: “Não é invasão, é libertação”, em referência ao que classificou como o fim de um regime opressor no país vizinho.

“A Venezuela tornou-se um dos exemplos mais extremos de como um regime autoritário pode destruir uma nação. Sob os governos de Hugo Chávez e, posteriormente, do narcoterrorista Nicolás Maduro, o país enfrentou a concentração de poder, o enfraquecimento das instituições democráticas, a perseguição à imprensa, a repressão à oposição e a eliminação da independência do Judiciário”, afirmou.

O senador disse ainda que o resultado do governo de Maduro é uma tragédia humanitária, com “colapso da economia, hiperinflação, desemprego em massa, desabastecimento de alimentos e medicamentos e mais de 7 milhões de venezuelanos obrigados a deixar sua terra para sobreviver”, disse, ao acrescentar que “hospitais em ruínas, violência crescente e pobreza fazem parte do cotidiano de um povo que já sofreu demais.”

Flávio Bolsonaro destacou ainda que nada do que está acontecendo no momento é por acaso. “É consequência direta de um projeto autoritário que destruiu a liberdade, corroeu a democracia e transformou uma das nações mais ricas da América Latina em sinônimo de sofrimento e desesperança. Mesmo diante desse cenário devastador, o povo venezuelano resiste”, afirmou.

“Nenhuma ditadura é eterna. A liberdade sempre encontra seu caminho. O comunismo nunca levou um povo à prosperidade; só levou nações inteiras ao medo, à fome e à fuga. Ditaduras não caem sozinhas, caem quando os povos escolhem a liberdade. A Venezuela voltará a ser livre!”, finalizou o senador.

Fonte Estadão Conteúdo

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