Georgiano Neto no lugar de Washington Bandeira? Queda de braço no PT, Wellington oferece a vaga de vice ao PSD

A definição do vice-governador na chapa de Rafael Fonteles para 2026 virou um verdadeiro cabo de guerra dentro do PT piauiense, e o que parecia encaminhado pode estar longe de ser resolvido. A tarde desta sexta-feira revelou que o senador Wellington Dias está jogando pesado nos bastidores e pode estar articulando uma mudança de última hora que promete abalar as estruturas políticas do estado.

Em reunião estratégica com a poderosa família Lima, que controla o PSD no Piauí, Wellington colocou na mesa uma proposta que poucos esperavam: entregar a vaga de vice-governador ao partido e, mais especificamente, ao deputado estadual Georgiano Neto.

A jogada é ousada e tem implicações que vão muito além de 2026. Caso a articulação se confirme, Georgiano Neto teria que abandonar sua candidatura a deputado federal, abrindo espaço para uma divisão de votos entre seu irmão, Júlio César Filho, e Vinícius Dias, filho do próprio senador.

Imagem reprodução

O movimento levanta uma questão inevitável: por que Wellington Dias estaria disposto a negociar com o PSD justamente agora? A resposta pode estar no xadrez político que já se desenha para 2030, quando o senador pode ter planos maiores do que simplesmente garantir a sua reeleição ao senado.

A indicação do vice é peça-chave não apenas para a eleição de 2026, mas para definir quem terá força política nos próximos ciclos eleitorais. E Wellington, conhecido por sua capacidade de articulação e visão de longo prazo, parece estar montando um tabuleiro que vai muito além do que está aparente.

Enquanto isso, o impasse se arrasta. O PT ainda não bateu o martelo sobre quem será o vice de Rafael Fonteles, e essa indefinição está longe de ser apenas uma questão burocrática. Trata-se de uma disputa de poder que envolve sobrenomes pesados, alianças estratégicas e, principalmente, o futuro político do Piauí.

A confusão está apenas começando, e promete render muitos capítulos nos próximos meses. Wellington Dias está movimentando as peças no tabuleiro, o PSD ganha força na negociação e a família Lima se fortalece ainda mais nas articulações estaduais.

A pergunta que fica é: quem vai sair ganhando nessa queda de braço? E mais importante: o que Wellington Dias está realmente planejando para 2030.

Com informações do Notícia Direta

Banner


Deixe um comentário

Portal MPiauí