Hospital do Dirceu recupera serviços e propõe melhorias no atendimento

Hospital do Dirceu (Foto: Ascom FMS)
O Hospital Alberto Neto, no bairro Dirceu II, inicia mudanças no estabelecimento e anuncia a retomada de alguns serviços que estavam suspensos. Segundo a nova direção da Unidade, administrada pela Fundação Municipal de Saúde (FMS), a prioridade tem sido a recuperação do serviço e a qualificação do atendimento aos pacientes. Nesses primeiros dias de janeiro, os serviços de eletrocardiograma e ultrassonografia voltaram a funcionar, retomando a oferta do serviço.
“Uma de nossas primeiras ações foi trabalhar a humanização no atendimento, pois entendemos que a maneira como o paciente é tratado é importante até para sua recuperação”, comenta a diretora Dulce Silva. Segundo ela, a humanização se estende ainda a ouvir as demandas dos pacientes e buscar a melhor forma de atendimento, desde melhorias na alimentação servida até a disponibilização de imagens junto aos elogios nos exames de tomografia.
Uma outra melhoria foi o retorno do serviço de ultrassom, parado em função de um aparelho que já não funcionava há quatro anos. “Também recuperamos o aparelho de eletrocardiograma que estava parado. Assim, o hospital volta a oferecer dois exames muito solicitados pela rede de saúde”, diz.
A diretora adianta ainda que em breve o centro cirúrgico do Hospital do Dirceu – parado desde sua inauguração – entrará em funcionamento. “Com a regularização do fornecimento de medicamentos pela FMS, estamos trabalhando para possibilitar a oferta do serviço ainda no mês de fevereiro”, estima Dulce Silva.
As mudanças já são percebidas por usuários e servidores. “Eu tenho 10 anos trabalhando aqui e nunca vi uma gestão chegando tão forte e querendo trabalhar como esta”, comenta Alexandre Castelo Branco, agente de portaria do Hospital. “A gente já enxerga melhoria na alimentação do paciente, para os funcionários, a limpeza na unidade, sem contar que o eletro e o ultrassom estão voltando a funcionar. Nosso sentimento é de gratidão e acreditamos que Teresina não está no caminho certo”, conta ele.
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