Oeiras ganha Centro de Infusão para tratamento de pacientes de Covid-19

A crescente demanda de pessoas que relatam sintomas persistentes e queixas após testarem positivo para Covid-19 motivou a Prefeitura de Oeiras, por meio da Secretaria Municipal de Saúde, a organizar um novo serviço: o Centro de Infusão para tratamento de pacientes de Covid. “Nosso intuito, junto com o trabalho harmonioso em parceria com o Hospital Regional de Oeiras, é fazer com que os pacientes que buscam a Unidade Covid tenham esse novo tratamento, que tem o propósito de salvar vidas”, destaca o prefeito José Raimundo.

O espaço funciona integrado à Unidade Covid-19 de Atenção Primária à Saúde e oferta o acompanhamento e tratamento especializado através de um ambulatório, onde são feitas sessões de pulsoterapia e fisioterapia, além de exames laboratoriais e de imagem.  

“Entendemos que a pulsoterapia unida à fisioterapia respiratória traz um resultado com maior celeridade e efetividade. Para isso, contamos com as técnicas disponibilizadas intra-hospitalares, no caso a Ventilação Não-Invasiva (VNI), juntamente com os exercícios respiratórios e outros equipamentos. Desta maneira, conseguimos dar celeridade ao tratamento e uma evolução melhor ao paciente, evitando que ele tenha necessidade de procurar um leito hospitalar. Nossa ideia é, justamente, associar terapêuticas para que esse paciente evolua mais lentamente ou não evolua e já tenha uma regressão no quadro e, desta maneira, tenha uma alta precoce”, explica o fisioterapeuta, Sílvio Alves.

A médica Jéssica Tôrres avalia que o Centro de Infusão contribui para a redução dos índices de hospitalização de pacientes com quadros de leve a moderados da Covid-19 em Oeiras. “O Centro de Infusão da Unidade Covid do município de Oeiras foi criado para oferecer a pulsoterapia, com corticoide, para determinados tipos de pacientes, a nível ambulatorial, sem a necessidade de internação. Desde o início, no dia 1° de abril, recebemos 48 pacientes, com bons resultados, influenciando assim na superlotação do hospital, gerada pela segunda onda da pandemia”, pontua a médica.

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