Bolsonaro evolui de forma satisfatória, mas segue sem previsão de alta

O estado de saúde do presidente Jair Bolsonaro (sem partido) evolui de forma satisfatória, informou o novo boletim médico divulgado hoje pelo hospital Vila Nova Star, em São Paulo, onde ele está internado desde a noite de quarta-feira (14)

Bolsonaro foi transferido de Brasília para São Paulo após apresentar um quadro de obstrução intestinal e não há previsão de alta.

“O Senhor Presidente da República, Jair Messias Bolsonaro, segue internado no Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, evoluindo de forma satisfatória clínico e laboratorialmente. Permanece o planejamento terapêutico previamente estabelecido. O Presidente segue sem previsão de alta hospitalar”, diz o boletim.

Sem cirurgia

Após a realização de exames clínicos, laboratoriais e de imagem na noite desta quarta (14), a equipe médica que cuida do presidente, coordenada pelo cirurgião gástrico Antonio Luiz Macedo, definiu que ele receberá um “tratamento clínico conservador”, descartando a necessidade de uma cirurgia de emergência inicial. Ele vai permanecer internado e não há previsão de alta.

1 litro de líquido 

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP), filho do presidente, afirmou nessa quinta-feira (15) que Jair Bolsonaro retirou um litro de líquido que estava acumulado no estômago por causa da obstrução intestinal antes de ser transferido para São Paulo.

“O presidente sentia muita dor por causa disso e de madrugada ele foi pro hospital e foi retirado cerca de um litro de líquido do seu estômago, aliviou a dor. Ele ontem tava reclamando de dor, mas dores leves e com esse quadro há uma possibilidade de cirurgia, mas também há uma esperança que essa dobra se desfaça naturalmente”, contou o deputado em vídeo publicado em uma rede social.

Transferência para SP 

Bolsonaro chegou a São Paulo às 18h54 desta quarta-feira (14), num avião da Força Aérea Brasileira (FAB), no Aeroporto de Congonhas, e foi de ambulância para o hospital onde atende o cirurgião gástrico Antonio Luiz Macedo, que cuida de Bolsonaro desde a facada em 2018.

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